Tudo começou com Don Ed Hardy na década de 1970 quando o ilustrador consagrou-se como o primeiro tatuador da costa oeste dos EUA a utilizar a técnica e a estética da tatuagem japonesa. Investindo em seu aperfeiçoamento, ele resolveu se mudar para o Japão para estudar a técnica tradicional com um mestre japonês, onde ficou até início dos anos 1980.

De volta aos EUA, Hardy e sua esposa Francesca Passalacqua, fundaram a Hardy Marks Publications – editora que publicava diversos livros de arte alternativa, entre eles cinco compêndios intitulados Tattotime, que mostrava a arte de pintar o corpo com desenhos. Neste momento, já se configurava o sonho de fazer algo mais definitivo com a prática milenar.

A partir de 1986, Don Ed Hardy passou a divulgar seu trabalho através de exposições em galerias, museus, universidades, etc, para, enfim, em 2002 com a Ku USA Inc, lançar a primeira linha de roupas, que mais tarde seria conhecida como Ed Hardy.

A história vai se tornando mais real e viva com a entrada em 2004 do estilista Christian Audigier, um dos nomes mais meteóricos dos últimos tempos da moda mundial (ele foi o responsável pelo sucesso Von Dutch e já contribui para marcas como, Diesel, Levi’s, Lee e Kookai). No comando da Ed Hardy, o francês reposicionou a marca e preparou a empresa para uma nova etapa, se estruturando para ser uma das marcas mais importantes do segmento. Uma das estratégias de Audigier foi lançar nove marcas, cada uma com um posicionamento específico - Ed Hardy, Christian Audigier, SMET, Crystal Rock, C-Bar-A, Savoir Faire, Evel Knievel, Rock Fabulous e Paco Chicano, as quais estão presentes nas 42 lojas da marca, presentes em 52 países.

De lá pra cá, o business man movimentou o mercado de moda e a Ed Hardy se consagrou internacionalmente quando algumas celebridades de peso como, Madonna, Britney Spears, David Beckham, Paris Hilton e Ciara começaram a aparecer usando peças da marca americana. 

Desde então a marca vem sendo um sucesso e atingindo o público formador de opinião de todo país.